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Saúde mental: a importância dos programas preventivos no ambiente corporativo

A saúde mental passou a integrar de forma definitiva as estratégias no ambiente corporativo. Esse movimento ganhou ainda mais força com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passou a incluir os riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Na prática, isso significa que o cuidado com a saúde mental deixou de ser apenas uma boa prática e tornou-se uma exigência legal, ampliando o olhar das empresas para além dos riscos físicos e operacionais.

O impacto da saúde mental nas organizações

No Brasil, os transtornos mentais estão entre as principais causas de afastamento do trabalho. Dados indicam que as doenças psicológicas são a terceira maior causa de perícias médicas no INSS. O cenário internacional também é preocupante, já que o estresse relacionado ao trabalho é o segundo problema de saúde mais frequente na Europa.

Além dos afastamentos, existe uma percepção clara por parte dos próprios colaboradores. Uma pesquisa realizada pela Oracle em 11 países revelou que 84% dos funcionários brasileiros acreditam que suas empresas precisam fazer mais para proteger a saúde mental.

Um relatório da Lancet Commission estima que, até 2030, os problemas relacionados à saúde mental poderão gerar um custo de até 16 trilhões de dólares à economia global em dias de trabalho perdidos. Já a Organização Mundial da Saúde aponta que, globalmente, perde-se cerca de 1 trilhão de dólares por ano em produtividade devido aos transtornos mentais.

Segundo a OMS, cada US$ 1 investido no tratamento de depressão e ansiedade gera retorno de até US$ 5 em produtividade, refletindo mais motivação, engajamento e melhor desempenho das equipes.

Construir um ambiente de trabalho saudável exige método, planejamento, esforço contínuo e tempo. Não se trata de ações pontuais, mas de uma estratégia estruturada que reconhece a saúde mental como um pilar fundamental para a sustentabilidade dos negócios.

Entre as práticas preventivas, destacam-se a escuta ativa, o fortalecimento das lideranças, políticas claras de cuidado com as pessoas e a implementação de programas que facilitem o acesso à saúde. Benefícios como o plano de saúde também contribuem para a prevenção, o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores. Uma pesquisa realizada pela Fractl, em 2021, mostrou que cerca de 90% dos entrevistados passaram a valorizar ainda mais esse benefício após a pandemia.

A Gestão Integração N&G como apoio à prevenção e ao cuidado

Diante desse cenário, contar com parceiros especializados faz diferença. A Gestão Integração N&G atua no apoio às empresas que buscam estruturar programas de saúde e bem-estar alinhados às exigências legais, às boas práticas de ESG e às reais necessidades dos colaboradores.

Por meio de programas preventivos, a Gestão Integração N&G contribui para a construção de ambientes mais saudáveis, promovendo o cuidado contínuo com as pessoas. Essa abordagem integrada fortalece a cultura corporativa, apoia as lideranças e gera impactos positivos tanto para os colaboradores quanto para os resultados do negócio.

Investir em saúde é, acima de tudo, investir em pessoas. Empresas que colocam esse cuidado no centro de suas estratégias constroem bases mais sólidas, sustentáveis e preparadas para o futuro.

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